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Dia da Mulher Aberje

gratuito onlinequinta, 01/01/197000:00 às 00:00INSCREVA-SE

SOBRE

Nas redes sociais e na mídia os assuntos relacionados às injustiças sofridas por mulheres já fazem parte da agenda da sociedade. Cada vez mais, mulheres e homens percebem a importância de conversar sobre os temas que atrapalham a vida da mulher.
Se as empresas querem se sentir parte da sociedade, elas têm que entrar de vez nessas discussões, com projetos que se estendam muito além do mês de março. No entanto, a data se mantém importante para marcar essa luta e ampliar sua repercussão. E é uma luta árdua. São tantas as diferenciações pelas quais as mulheres passam no mercado de trabalho que um evento não seria suficiente para falar de tudo. Mas o mais importante é dar voz a elas – e é justamente essa a questão:

As empresas estão dando esse espaço? Como a comunicação pode ajudar nisso?

As empresas mais transparentes já entenderam que a equidade de gênero é primordial para melhorar o clima institucional. No entanto, antes de mais nada, é preciso saber: as empresas abrem seus canais para ouvir as mulheres? Essas funcionárias têm alguma definição sobre seus planos de carreira, elas sabem se de fato recebem menos que os homens das mesmas funções? Elas ocupam tantos cargos altos quanto os homens? A comunicação tem um papel fundamental nessa escuta e pode auxiliar empresas e funcionárias na solução desse problema. Então, quais são as ferramentas das organizações transparentes para estabelecer essa comunicação em ambas as vias?

  • Angela Farias

    Diretora de Comunicação América do Sul e Cultura Global da Ingredion

    Formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduada em Estéticas Tecnológicas pela PUC-SP, a executiva também atuou em outras multinacionais como OTIS, Ericsson e Bayer. Além da Comunicação, Angela tem três outras grandes paixões na sua vida: seu filho Bento, de 4 anos, o Ballet Clássico e tudo que está relacionado com diversidade, equidade e inclusão.

  • Elaine Terceiro

    Consultora e Head de Treinamento na Mais Diversidade

    Consultora de treinamentos sênior na Mais Diversidade. Psicóloga com MBA em marketing pela FGV, atualmente cursa mestrado em educação para a diversidade na UNESP. Implementou e consolidou o programa de Diversidade da Atento Brasil, tornando-a uma das empresas referência e benchmark do mercado. Nos temas Equidade de Gênero e inclusão de pessoas trans, implantou políticas internas e projetos de capacitação profissional para a comunidade em vulnerabilidade social por meio de voluntariado, possibilitando a inserção no mercado de trabalho de muitos profissionais. Ombudsman ao longo de sua carreira, mediou conflitos entre empresas e colaboradores e ganhou por quatro vezes o Prêmio Ouvidorias Brasil da ABRAREC. Foi uma das finalistas do Prêmio de Excelência do Out&Equal WorkPlace Advocates, maior ONG do mundo no assunto, como uma das pessoas mais influentes do país no tema de Diversidade nas organizações.

  • Elisa Prado

    Diretora de Comunicação Corporativa da Telefônica Vivo

    Profissional de comunicação há mais de 30 anos, atua hoje como Diretora de Comunicação Corporativa da Telefônica Brasil, dona da marca Vivo. Graduou-se em Comunicação Social pela PUC de Campinas e é pós-graduada em Marketing na ESPM. Foi diretora de comunicação no Deutsche Bank e  Tetra Pak, além de ter atuado em agências de publicidade e relações públicas como AAB, Ogilvy & Mather e Grupo TV1. Em 2008, foi apontada pela Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA) como profissional de Comunicação do Ano. Em 2014, realizou o lançamento de seu primeiro livro – Imagem e Reputação na Era da Transparência. Elisa é membro do Conselho Deliberativo da ABERJE, que organiza e regula a comunicação corporativa no Brasil e é professora da ESPM no Master de Comunicação Transmídia, na cadeira de Prevenção e Gerenciamento de Crises. Em 2017, lançou seu segundo livro sobre o tema Gestão de Reputação sob o título Riscos, Crise e Reputação.

  • Ricardo Barberena

    Professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

    Possui Graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2000), Doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005) e Pós-Doutorado (2009), intitulado “Paisagens limiares na contemporaneidade brasileira: representações da identidade no Cinema e na Literatura”, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras (PUCRS). Coordena o GT da ANPOLL Literatura Brasileira Contemporânea. Coordena o Grupo de Pesquisa “Limiares Comparatistas e Diásporas Disciplinares: Estudo de Paisagens Identitárias na Contemporaneidade”. Membro do Grupo de Pesquisa de Pesquisa do CNPq GELBC (Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea). Atuação docente na área de Letras (Teoria Literária), com ênfase em Literatura Brasileira Contemporânea. Diretor do Instituto de Cultura da PUCRS.

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